quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Do que (Isab)ela gosta

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Normalmente nunca comemorei "mensários". Não como na casa de uma amiga minha, onde cada mês é quase uma festa para seu pequeno. Também pudera, o menino nasceu prematuro, então... Bom, o "simples" fato de minha filha esbanjar saúde já seria motivo suficiente para uma festa mensal... O fato é que sempre me lembro, especialmente quando o fim do mês tem 31, dia em que ela nasceu, do mês de maio de 2010. Exatamente como hoje, quando minha doce Isabela completa mais um mês de vida: já anda feito uma bala e surge de qualquer fresta; faz 4 refeições ao dia, entre merendas frugais e sopas de carne, frango, peixe ou feijão (com um Danoninho ou uma papinha Nestlé e um miolinho de pão aqui e acolá, que ninguém é de ferro!), mamando à noite (acordando, de vez em quando, de madrugada para um "lanchinho" no peito); ainda não fala (ao menos não do nosso jeito...), soltando, por entre adoráveis gritinhos e poucas palavras ("car", para carro; "bô", para acabou; "dô", para elevador; "ma-mã" você sabe pra quem e "ba-bai"... Foram pouquíssimas vezes que ela disse essa palavra, mas isso já é outra história...) – esta é a SuperFilha no alto do seu 1 ano e 3 meses completos!

E, como só fala algumas palavrinhas soltas (apesar de entender tudo), ainda não articula frases em sua doce e livre cabecinha... Sendo assim, não fica muito difícil descobrir do que ela gosta! Afinal, se Mel Gibson, na adorável comédia Do que as mulheres gostam, tinha o poder de ler as mentes de incautas representantes do sexo frágil, e Michel Melamed, no inteligente especial global Afinal, o que querem as mulheres?, desesperava-se para descobrir o que almejava o doce universo feminino, não se precisa de tanto esforço no caso da SuperFilha – ela ainda é só um "projeto de mulher": basta olhar para aqueles olhinhos expressivos (ou para todo o corpinho, que vibra com alguma alegria sincera) para ver o que aquela linda garotinha está desejando! Mas, afinal... Do que Isabela gosta?

Como no dizer daquele lindo samba antigo, Esta Melodia – que, por sinal, ela adora ouvir, na hora de dormir, na voz do Papai –, "quando vem rompendo o dia" (ou, às vezes, um pouco antes...), Isabela já mostra a que veio: se acordou de bom humor (75% das vezes), ela já anuncia com seu meio corpo quase dependurado para fora da rede, é só sorriso quando aparecemos para buscá-la e quando vai, no braço, cumprimentar quem está em casa! Hora do lanche? Adora mamão, banana, pera... Neste caso, melhor dizer o que ela não gosta: abacate e suco de cajá! O mesmo se aplique às sopas: que venham todas, que ela ama papar tudo!

Mas para além de comer, de dormir (e de acordar) bem, logicamente que os interesses de uma garotinha de (pouco mais de) 1 ano bem vivido passa pelos seus brinquedos: com tantos bichinhos de pelúcia, bonecas e joguinhos de encaixar, ela sempre acha um jeito de mostrar quais são os favoritos – embora, nessa idade, um celular, um controle remoto, uma etiqueta ou uma embalagem qualquer, muitas vezes, costumam ser bem mais interessantes... Bonequinha do Vasco (Torcida Baby), um pinguim de pelúcia (da série Salve o Planeta - Animais em Extinção), um livrinho ilustrado (da série Baby Einsteins) são os seus favoritos – sem poder olvidar os maiorais na sua preferência: seu Cuco Aprender e brincar, da FisherPrice, cujos botões são habilmente manipulados pelas gordas mãozinhas em meio aos "cucos" do passarinho que entra e sai e das muitas cançõezinhas entoadas o dia inteiro (presente de aniversário da "Tia" Drica), e seu "possante" Tico-Tico da Turma da Mônica (também presente de aniversário, desta vez, especial do avô Carlito e da avó e madrinha Dilena)! Agora fiquei na dúvida: velocípede seria brinquedo ou "brincadeira" (ou um pouquinho dos dois)?

Ela não liga muito pra música, a não ser quando esta vem acompanhada de imagens: vinheta de novela ou de jornal televisivo faz com que ela voe de onde quer que esteja para presenciar! Por isso, não havia como acabar esta croniqueta sem mencionar sua atividade favorita: tente mencionar as palavras "galinha" ou "patati" ou ainda "macaco" perto de Isabela e verá um super-sorriso nascer com um gritinho de fã acompanhando! São as palavras mágicas para ela acreditar que mais uma sessão de A Galinha Pintadinha (Vols. 1 e 2), Patati e Patatá e Bebê Mais: Música, seus vídeos favoritos, que controlamos em uma sessão por dia de um dos DVDs, cujos primeiros acordes, ainda com os créditos iniciais, dela já arrancam uivos de alegria! Mas isso também é outra história...

Sem dúvida alguma, não é nada difícil saber o que a SuperFilha gosta: basta olhar pra ela - da mesma forma que pra mim, superfeliz com cada sorriso de alegria da minha pequena gorducha... Felizes 15 meses de vida, meu amorzinho!


"Viva a Mariana..." Não: viva a Isabela! Foi o que fiz aqui em casa, para "adaptar" o nome da SuperFilha à canção que ela mais curte do DVD da Galinha Pintadinha - "Isabela conta três: é um, é dois, é três..."

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Meu Caro Diário...

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Um ano de Diários do Papai, meu segundo Dia dos Pais como papai (que, apesar de culinariamente ter deixado a desejar, acabou sendo muito bom) e tantas coisas contadas e vividas por aqui... Este último final de semana mesmo, o do Dia dos Pais, posso dizer que já ficou marcado pelo 'sui generis' de ter passado o sábado quase inteiro à procura de uma bela camisa para meu pai, o Vovô Carlito – mas acabar comprando um 'kit' com perfume! – e também por, logo em seguida a ser acordado pela SuperFlha com um sonoro "Eeeei!" às 7:45h da matina e de ter dela recebido (também) um lindo 'kit' de mini-frascos de perfumes (bem apropriado!) e mais uma bela camisa no domingo, acabar o Papai aqui, no seu próprio dia, a presentear a filha com um DVD (da dupla de palhacinhos efeminados da TV, Patati e Patatá, que ela tanto adora: Volta ao Mundo) e um pintinho amarelinho pula-pula (daqueles à corda dos bons e velhos camelôs do Centro)!

É disso que eu falo: tantas coisas e tantas vidas para contar, tudo num pacote só, o de ser pai... Ah, se um dia algum machismo a mim inerente já me cerceou qualquer idéia de alimentar páginas pessoais de um diário, assumo-me para o mundo como um pai cheio de orgulho e de histórias de uma linda moreninha chamada Isabela, dia após dia mais! Ontem, por exemplo, "querido diário", foi um dia cheio de coisas pra resolver, trânsito caótico, corre-corres da profissão: uma terça-feira daquelas! Mas sempre a SuperFilha triunfa por sobre as forças malignas da rotina: tendo ela me acompanhado juntamente à Mamãe, eis que encontramos um velho professor da nossa juventude que, ao ver Isabela nos braços de Jandira, exclamou: "Como ela é linda... É a tua cara, Dilberto"! A despeito das provocações da Mãe pelo resto do dia sobre a baba que me escorria em profusão, um dia como esse passa a valer a pena!

E quando a "nossa cara", depois de meses a fio engatinhando (desde os 9 meses) e andando de lado apoiada pelas paredes, adiando por um bom tempo "o primeiro passo", resolve, quase que do dia para a noite, botar as lindas pernocas para agir, soltinha, soltinha?! Estou falando daquele capítulo tão microcosmicamente individualizado, ao mesmo tempo em que tão conhecido no imenso universo da criação dos filhos: oficialmente ontem, 16 de agosto de 2011, com um ano e dois meses (e meio) de vida, Isabela andou!

Mas como precisar uma data específica num momento alimentado por meses antes, desde as primeiras levantadas do chão por conta própria, passando pelas primeiras "solturas" para três, quatro passinhos em direção a algum objeto de desejo, até chegar ao mágico momento de uma longa "caminhada oficial"?! Difícil, realmente... Aqui em casa mesmo, grande foi a ansiedade – especialmente das vovós, que especulavam sobre a "culpa" do genro/nora respectivo(a), uma vez que seus filhos haviam andado "beeem mais cedo"! Mas posso dizer, com precisão, o porquê da escolha específica desta data: foi a primeira vez em que Isabela andou corridamente por todo o apartamento, sem nenhum 'pit stop'! E naquele andar lindamente característico destes pequenos que anseiam pelo equilíbrio, carinhosamente apelidado por Jandira como "muminha" – especialmente quando, junto às passadas rapidinhas, quase corridas, Isabela sai levando pelos pés restos de papel (guardanapo, papel toalha) que ela mesma rasgara antes!

Hoje, ao acordar, um dia de aventuras pela frente e nada de "ressaca" das conquistas de ontem! Jandira e eu tomando café para um dia cheio de afazeres e obrigações e ela, entre um furtivo miolinho de pão e outro, já confabulando novos "trajetos" a percorrer!

Pois é, meu caro diário, assim é a vida: há pouco mais de 3 anos, este apartamento só carregava a mim e a Jandira, com pouquíssimos móveis e muita estrada pela frente; hoje, além de Nilda (que ainda se encontra em treinamento na Escola de SuperSecretárias!), existe um super-ser cheio de vida que, de uma hora pra outra, já enche de andanças a casa com sua vontade de descobrir tudo! Agora ninguém te segura, meu amorzinho: caminhando com tuas próprias pernas, dás os teus primeiros passos rumo à independência deste teu pobre cronista, a quem pouco resta a não ser olhar teus saltos da noite para o dia, emocionado, nesta estrada sem fim... E registrá-las em seu diário – virtual!

sábado, 6 de agosto de 2011

Feliz(es) Dia(rios) do Papai!

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- Quero só ver qual será a postagem especial do Dia dos Pais deste ano...

- Na verdade, o 'post' será só parcialmente dedicado a este dia:
é que os Diários do Papai estão fazendo aniversário
e falarei mais sobre isso...

-O quê? Um ano? Já? Viu só, Isabela: quase o tempo da sua idade
de homenagens desse pai babão pra você...!

Dia 08/08/2010: um dia especial... Nem falo pelo coincidente resultado cabalístico quando ao dia e ao mês (especialmente se diante de uma época já tão marcada pela superstição como o é agosto), mas porque aquele, decididamente, fora um dia duplamente especial pra mim... Primeiro, porque era o meu primeiro Dia dos Pais como pai e, logo em seguida, era a data que eu havia escolhido para iniciar um projeto acalentado desde a barriga da Mamãe: escrever, através de crônicas, um blogue dedicado à nossa filhota...

Mas e quanto às minúcias? Como seria o formato do blogue? Digo, como resolver questões como exposição do casal e de nosso bebê: por meio de fotos? Não, não haveria fotos pessoais nas postagens. E se nós adotássemos "identidades secretas", na linha dos personagens dos Quadrinhos como os Super-Heróis? Legal, então eu seria o SuperPai, o "último filho de Krypton" e casado com uma terrestre, a Mamãe, com a SuperFilha, um lindo bebezinho meio terrestre, meio "kryptoniano", capaz de grandes prodígios - como já visto no primeiro 'post', em que nossa filha de pouco mais de dois meses já escolhia, ao lado da mãe, um presente (uma linda camisa) para o papai no Shopping center...

A diversão estava garantida: tanto aqui em casa, quando nos divertíamos ao adaptar nossas realidades do dia-a-dia ao formato de pequenas crônicas com os nossos personagens fictícios, sempre procurando introduzir algumas informações relevantes sobre o universo dos bebês naquele determinado assunto (como quantas fraldas em média um recém-nascido gastava por dia, os principais cuidados, tudo sobre as primeiras mamadas e os primeiros cocôs, as atenções necessárias diante do contato com outras crianças, dicas de como fazer o quartinho do bebê e de como realizar uma festinha para 50 convidados etc.), como também acredito que as leitoras (sim, porque, ao longo de um ano de existência, raros foram os homens que visitaram este universo predominantemente composto pelas mamães de plantão), em frente aos seus PCs, também se divertiram bastante com as croniquetas cheias de humor, curiosidades e carinho para com a minha menininha...

Mas o tempo foi passando e a curiosidade dessas mesmas mamães, aumentando: mas, afinal, quem era esse SuperPai?! E como seria a SuperFilha? E a Mamãe? Dúvidas que persistiram até abril de 2011, quando, depois de algumas confabulações em família (e de algumas blogueiras Mamães-Prodígio terem descoberto meu "segredo"), finalmente eu revelava nossas identidades secretas: no meu dia-a-dia eu era o pacato professor e advogado Clark, digo, Dilberto; a Mamãe, uma competente analista de sistemas, chamava-se Jandira; e nossa linda filhinha superpoderosa era a doce Isabela...

De lá para cá, vários formatos foram se solidificando: os diálogos entre a Mamãe e eu, em meio aos acontecimentos mais diversos; as músicas de fundo, sempre apropriadas aos temas apresentados, para aumentar a fantasia; uma foto no início, outra no final da postagem (hoje alternam-se algumas no meio do texto, de vez em quando); a interação com os visitantes (o 'e-mail' para eventuais contatos pessoais e, atualmente, joguinhos na coluna lateral do blogue aí ao lado etc.) Tudo com muito carinho e dedicação em meio ao curtíssimo tempo do papai aqui (tanto que um outro espaço virtual que possuo, Os Morcegos, anda parado há mais de 3 meses...), numa média de pouco mais de duas postagens mensais e ao longo de 28 postagens até a presente data: o meu muito obrigado a todas(os) as(os) vistantes (aqui o sexo se inverte, ré,ré) pelos carinhos trocados nas visitas e nos comentários e pela amizade cativada no Brasil e no exterior (afinal, temos visitantes até mesmo da Finlândia)!

E, diante do meu segundo Dia dos Pais como pai (próximo domingo, dia 15), aproveito para felicitar o meu pai Carlos Humberto (o "famoso" Carlito) e todos os papais que amam e cuidam de suas crias de qualquer idade com atenção e carinho: se não somos "super-heróis" fictícios cheios de incríveis poderes e cobertos apenas de qualidades, que sejamos, ao menos, os heróis dos nossos meninos e meninas por todo o tempo em que estivermos neste mundo real cheio de dificuldades e, ao mesmo tempo, também cheio de belezas e gratas surpresas... como o lindo sorriso da minha doce Isabela, que mudou a minha vida, iluminando tudo em volta... Feliz dia dos Pais a todos! E feliz aniversário para os Diários do Papai!

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