sexta-feira, 17 de abril de 2015

Agoniado!


Cabelos,
- Quanto cabelo... Mas cadê o rosto?!

Quando vi a SuperFilha chegando ontem de um passeio ao shopping com a Vovó-Dinha e o Vovô Lito, fiquei encantado com o seu lindo penteado - Ufa - pensei -, cabelos crescem... E o da minha menininha está lindo de novo! Sim, porque há coisa de umas duas ou três semanas, eu havia sido o (ir)responsável por um pequeno "desastre doméstico": agoniado com uma franja já quase a lhe cobrir os olhos - culpa, por sua vez, da sua última ida ao salão, onde acertaram o corte sem quase aparar a franja -, saquei de uma tesourinha e me pus a tentar reduzir aquele suplício... Infelizmente, a emenda (ou seria o "recorte"?) saiu pior que o soneto e minha filha não ficou muito bem com aquela testa toda a descoberto... O pior é que aquela não era a minha primeira vez neste acinte, mas a segunda! Nem preciso dizer o quão achincalhado este pobre Papai foi pela família inteira, que não perdoou minha impaciência em querer ajeitar a qualquer custo um cabelo que já quase lhe cobria a visão - Pra que fazer isso com o cabelo tão bonito da garotinha?!... Em minha defesa, digo que já havia me saído feliz com alguns pequenos "reparos" nas pontas de sua já clássica franjinha em outras ocasiões e, pensando em fazer o correto diante da completa falta de tempo da Mamãe em levá-la de volta ao salão, fiz o que fiz - só que aparei demais!

O pior foi levar bronca da mãe na frente da filha (melhor seria evitar que a garotinha se sentisse diferente com a mancada do pai) e, ainda por cima, aguentar as gracinhas em relação aos cabelos já cobrindo os olhinhos dos SuperBebês - Meninos, cuidado com a tesourinha do papai... Mas nenhum deles passou por isso: uma rápida ida à primeira cabeleireira da mais velha e os dois lindinhos voltaram ainda mais lindos, com suas madeixas bem cortadinhas, em seus primeiros cortes!

Dentes
Medo...

Pelo menos desta vez eu não tive culpa: aconteceu de a Filha apresentar os dois dentinhos da frente arriados, como se algo, como um muito comum encontrão de um coleguinha, tivesse colocado ambos fora do lugar... Deixando a situação de lado pela lida diária, acabamos por perceber depois que o fato se dera em razão de dois novos dentinhos nascendo e empurrando os antigos para frente! Sim, o pequeno par estava mole num simples tocar, mas, como não voltava por completo pra trás, não se mostrava aconselhável o bom e velho puxão com uma linha ou um fio dental. E agora: esperar um amolecimento maior, para que caíssem naturalmente, ou correr para um bom odontopediatra (coisa rara de se achar nesta cidade)? Esperamos o quanto pudemos, uma vez que a agonia também já dominava a minha pequena, não só quando, diariamente, mexíamos indevidamente em seus dentinhos pra frente e pra trás, como também ao ouvir falar que teria que ir ao dentista para a devida extração - Não... Vai doer... Até que eu resolvi agir - Não podemos nem pensar em deixar comprometer esse sorriso lindo! Marquemos com um dentista, já! Mas quem disse que seria fácil arrumar um especialista "pra ontem"?! E bote mais espera... No final, graças a Deus, deu tudo certo: encontramos, em pleno feriadão da Páscoa, uma odontóloga que atendia (muito bem) a crianças e conseguiu arrancar, com êxito, os danadinhos - mesmo os novos dentes, que nasciam aparentemente tortos, já se vão ajeitando na gengiva, de tanto a criança empurrar com a língua a nova janelinha! 

Por fim, uma brincadeirinha para aliviar tantos dias de tensão: depois de ler um livrinho que contava sobre a lenda da Fada dos Dentes gringa, resolvi vivenciar isso com minha garotinha e escondemos juntos suas duas lindas "pedrinhas" brancas embaixo do travesseiro antes de dormir para, no dia seguinte, "encontrarmos" duas moedinhas de chocolate - Uma de 25 e a outra de 50 centavos... -, devidamente deixadas pela "fadinha brasileira" (para usá-los como tijolos em seu castelo, noutra dimensão: uma pequena ilusão agradável)! Enquanto isso, as angústias vão sendo revividas através da renovação da(s) vida(s) aqui de casa: os novos dentinhos do SuperFilho (já contando com 8!) e da SuperFilhotinha (que ainda vê crescendo o seu segundo par, o de cima) seguem a irritá-los profundamente ao irromperem - tal como não poderia deixar de ser...

E Televisão...
Três em um: é o jeito...

E, depois de ter-se encerrado o contrato, mais os acréscimos de alguns meses grátis (devido a vários problemas de sinal que marcaram os anos anteriores) da TV por assinatura, eis que, desde dezembro, o SuperPai aqui luta para decidir-se sobre qual plano fazer: neste não há cabeamento de internet para o meu condomínio; naquele, não há o canal favorito da Filha (seria ainda o favorito, depois de tantos meses, com aqueles filmes tão infantis...?); naquele outro, não há vantagens em assinar o combo completo... E eis mais uma "culpa" para a minha lista: a SuperFamília segue sem televisão paga! Tudo bem para os mais velhos: absolutamente sem tempo para ver nada, a não ser o trabalho e os filhos, quase nem damos por falta de nada até agora... Mas restam como "vítimas" a minha estimada garotinha e os "os mais recentes expectadores", os SuperGêmeos - que, a julgar pela empolgação, especialmente da Filhotinha, ao acompanhar os vídeos da irmã mais velha (como A Galinha Pintadinha e Palavra Cantada), serão tão ávidos pela telinha como a minha doce primogênita! E a "crise" só aumentou nos últimos dias: tanto o aparelho de blu-ray como o portátil DVD das Princesas resolveram pifar quase ao mesmo tempo, forçando o papai aqui a recorrer a downloads semanais de alguns longa-metragens: assim, já foram vistos - e devidamente curtidos com sua trilha sonora correlata, também baixada da internet - os adoráveis Rio 2, A Era do Gelo, TinkerBell e O Segredo das Fadas, Valente e o atualmente mais querido (e ouvido no carro) Mulan.

Ainda assim, com os inúmeros repetecos de cada um desses filmes no pen-drive engatado direto no televisor, dá um pouco de angústia a ausência de outras atrações mais diversificadas na TV, especialmente nesses tempos chuvosos e de muita gripe, com todo mundo obrigado a ficar em casa... Tudo bem, televisão nunca foi algo tão produtivo para o desenvolvimento de uma criança e, especialmente para os menores, há que se ter um bom controle do tempo de exposição à telinha, com muitas outras brincadeiras paralelas! Mas, ao mesmo tempo, não há como negar que jamais se precisou tanto da TV e seus congêneres (DVD, BD, NetFlix e pendrives) como hoje em dia, especialmente numa casa com 3 filhotes ávidos por atenção - e que não vêem a hora de chegar o dia da primeira festinha dos menorezinhos... Santa agonia, SuperPai!

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